02/01/2020 - Setor imobiliário se beneficia com juros baixos e construção civil tem o maior avanço desde 2014
O setor da construção civil, que é considerado um dos termômetros dos investimentos e do mercado de trabalho, apresentou no terceiro trimestre de 2019 o melhor desempenho desde o primeiro trimestre de 2014, na comparação com o mesmo período do ano anterior. O segmento cresceu 4,4% ante o resultado do terceiro trimestre de 2018. Os dados foram divulgados pelo IBGE.
A Pnad Contínua informou que o resultado foi impulsionado pelo setor imobiliário e pelo aumento da ocupação de 1,3%. A economia brasileira avançou 0,6% no terceiro trimestre de 2019, na comparação com os três meses anteriores.
De acordo com o especialista em direito imobiliário Paulo Melo, o avanço foi impulsionado pelo corte dos juros, que vem levando a expansão do mercado.
“Com a Selic baixa o investidor com um perfil menos agressivo não vai querer ver o investimento dele na poupança ou no tesouro. Ele vai tentar investir nos mercados imobiliários, de uma forma geral, ou na compra e venda, ou nos fundos de investimentos, setores deste mercado”, afirmou Melo.
Para o especialista Paulo Melo, durante os anos de recessão no Brasil, a população tinha um perfil de investir em renda fixa, mas após os momentos de instabilidade política e econômica, as pessoas começaram a migrar para renda variável e para a bolsa de valores. Segundo o advogado, com o novo cenário de juros baixos, o aluguel se tornou uma vantagem.
“Quem quer comprar deve esperar mais um pouco porque o mercado tende a aquecer com as novas reformas que estão programadas para o próximo ano”, disse Paulo Melo.
O advogado ainda destacou que os bairros da Zona Norte e Oeste, do Rio de Janeiro, devem ser beneficiados com a nova taxa de juros e com o aquecimento do setor. De acordo com Paulo, as pessoas que estão buscando o sonho da casa própria devem estar atentas ao custo total de um imóvel e as taxas que estão sendo colocas no orçamento.
Paulo Melo também alertou que bancos e construtoras tem taxas diferentes e sugere que os compradores prestem atenção para não pagarem valores abusivos.
“Você não pode comprometer mais do que 30% da sua renda quando for encarar um financiamento. É preciso saber se o valor cabe dentro do seu orçamento, quanto vai custar o ITBI [um imposto que deve ser pago por quem compra um imóvel], além de saber quais os seguros você vai financiar”, finalizou o especialista.
Fonte: Radio Tupi
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